Como nasce uma obra de arte? Conheça as fases de construção de pontes, viadutos e grandes estruturas

Quando uma obra começa, você já sabe: não há máquinas trabalhando, equipes em campo ou concreto sendo lançado. Muitas vezes, existe apenas um problema esperando uma solução.

Pode ser uma ponte que já não suporta mais as condições de uso. Pode ser um viaduto que precise receber mais tráfego. Pode ser uma estrutura comprometida que exige uma intervenção rápida para restabelecer a mobilidade de uma região.

É nesse momento que a engenharia entra em cena.

Na Itaúba, aprendemos ao longo de mais de duas décadas em infraestrutura que uma obra de arte especial não começa no canteiro. Ela começa muito antes, no entendimento profundo do desafio.

Antes de qualquer decisão, é preciso estudar, analisar, entender…

Como está o terreno? Quais são as condições do solo? Existem restrições ambientais? O tráfego pode ser interrompido? Quais impactos aquela intervenção causará para as pessoas e para a operação do cliente?

As respostas para essas perguntas definem praticamente todo o restante da obra.

Depois de compreender o cenário, começa uma das etapas mais importantes de qualquer empreendimento de infraestrutura: o projeto.

É aqui que a necessidade deixa de ser um problema e começa a se transformar em solução.

Cada obra possui características próprias. Uma ponte sobre um rio exige determinadas soluções estruturais. Uma intervenção sobre uma ferrovia demanda cuidados completamente diferentes. Uma ampliação urbana apresenta desafios que dificilmente se repetem em outro local.

Não existem fórmulas prontas. Existe engenharia. E ela precisa ser pensada nos mínimos detalhes.

Hoje, essa etapa ganhou uma aliada poderosa: a tecnologia BIM.

Talvez você nunca tenha ouvido falar dela, mas provavelmente já passou por uma obra que foi beneficiada por essa metodologia.

O BIM nos permite construir a obra antes mesmo de ela existir fisicamente.

Criamos um modelo digital extremamente detalhado, capaz de antecipar interferências, organizar etapas executivas e prever situações que, no passado, muitas vezes só eram descobertas durante a execução.

Parece simples.

Mas essa capacidade de antecipar cenários muda completamente a forma de construir.

Foi justamente esse nível de planejamento que permitiu à Itaúba conduzir a triplicação do Viaduto do Boqueirão, em Curitiba, sem interrupções no tráfego e com entrega antecipada, mesmo em um projeto que muitos consideravam extremamente difícil de executar.

Quando o planejamento está pronto, começa outra fase silenciosa, mas decisiva.

A organização da execução.

Nessa etapa, cada detalhe é estudado. As equipes são definidas. Os equipamentos são programados. A logística é estruturada. Os cronogramas são construídos.

Uma obra de infraestrutura funciona quase como uma orquestra. Tudo precisa acontecer na hora certa. Em obras de arte especiais, pequenas falhas de planejamento podem gerar grandes impactos operacionais.

Só então chegamos ao momento que a maioria das pessoas associa ao início da obra.

As máquinas entram em campo.

As equipes iniciam os trabalhos e as estruturas começam a surgir.

Mas, na verdade, boa parte daquela obra já havia sido construída meses antes, dentro de reuniões, estudos, modelos digitais e decisões de engenharia.

Alguns projetos ainda trazem um ingrediente adicional: a urgência.

Foi o que aconteceu na reconstrução da ponte sobre o Rio Sapitanduva, em Morretes.

A região dependia daquela ligação. A obra exigia rapidez, precisão e capacidade de mobilização. Em apenas 93 dias corridos, foram executadas a demolição da estrutura existente, a reconstrução da ponte, a terraplenagem, a pavimentação e as melhorias ambientais necessárias para devolver a conexão à comunidade.

Em situações como essa, não existe espaço para improvisos.

Aqui, entra em campo o time que não pode faltar em qualquer obrar:

planejamento.

Experiência.

Engenharia aplicada.

E então chega o momento mais visível de todos.

A entrega.

Para muita gente, a obra termina aqui. Para nós, é justamente aqui que ela revela seu verdadeiro propósito.

Uma ponte aparenta ser apenas o concreto e o aço, mas ela é bem mais que isso, ela aproxima pessoas.

Um viaduto não é apenas uma estrutura elevada, mas melhora a mobilidade de uma cidade inteira.

Para nós da Itaúba, uma obra de arte especial não é apenas uma entrega contratual, mas sim a forma de transformar regiões que passam a se conectar. Diferencial para empresas que escoam sua produção e comunidades que vivem seu dia a dia.

Por isso, somos apaixonados pela engenharia. Ela muda a vida das pessoas, gera empregos, muda paisagens.

Trabalhamos para construir possibilidades onde havia dificuldades.

Conheça alguns de nossos trabalhos clicando aqui.